EDITAL DO CONCURSO ODÍLIA CARREIRÃO ORTIGA – ROTEIROS DE TEATRO E CINEMA (2018)
Concurso Literário 2018 da EdUFSC “Odília Carreirão Ortiga” premiará duas obras na categoria Roteiros de Teatro e Cinema.
Concurso Literário 2018 da EdUFSC “Odília Carreirão Ortiga” premiará duas obras na categoria Roteiros de Teatro e Cinema.
Estamos trabalhando nos ajustes finais para o edital do concurso literário anual da Editora. Outra novidade a caminho é o lançamento de nossa Livraria Virtual, que contará com o catálogo completo da Editora disponibilizado no formato on-line. Aguardem que em breve divulgaremos mais detalhes!
(Texto divulgado no dia 08/03/2018 via Notícias UFSC / AGECOM)
Pioneiras. Exemplos e inspiradoras. Seja no cargo máximo de uma universidade, como eméritas, reconhecidas internacionalmente, conquistando o direito de usar o nome social ou ingressando pelas cotas no curso mais concorrido da UFSC. De inúmeras formas elas se destacam, sejam no papel de aluna, professora, técnica, trabalhadora, gestora, filha, mãe, empreendedora, voluntária, escritora, pesquisadora. Todas buscam seu espaço, pessoal e profissional, de forma natural, pela competência.
No di
a em que os olhares se voltam para elas e suas trajetórias, segue um exemplo dessa atuação, a visão de 15 mulheres sobre tabus na academia e na sociedade.
Catorze são da área de Filosofia e uma do Direito, de instituições do país e do exterior. Neste trabalho reuniram seus pensamentos sobre o feminismo e ampliaram o debate de temas plurais, interdisciplinares e polêmicos. Dessa união de conhecimentos, o livro “Filosofia: machismos e feminismos”, publicado pela EdUFSC em 2014. A contracapa adianta o objetivo: “Este é um livro sobre mulheres e filosofia ou sobre temas feministas na filosofia”.
Maria de Lourdes Alves Borges e Marcia Angelita Tiburi, (Unirio) são as organizadoras da obra. Maria de Lourdes é professora e secretária de Cultura e Arte da UFSC. Já organizou três e escreveu seis livros. O de capa vermelha é indicado para qualquer pessoa que se interesse pelo assunto e é um dos mais completos trabalhos na área. Cada uma dessas mulheres trouxe uma abordagem sobre temas específicos como corpo, emoção, aborto, entre outros.
(mais…)
A novela policial Nós, de Salim Miguel, está na lista das leituras requeridas pelo vestibular da UFSC pelo segundo ano consecutivo (2018/2019). O livro também foi leitura indicada pelo vestibular de verão 2018 da UDESC.
A obra, que foi a primeira do gênero de ficção policial deste escritor, é uma instigante narrativa inédita publicada pela Editora da UFSC em 2015 para homenagear os 91 anos de Salim Miguel, que a dirigiu no período de 1983 a 1991.
Para a doutora em literatura, Luciana Rassier (DLLE/CCE/UFSC), a obra é um convite a perceber que a literatura pode ser vista como um jogo de pistas que instiga o lado detetive dos leitores, remetendo ao que o próprio Salim costumava dizer: o autor escreve e o leitor reescreve.
O livro está disponível em sua versão impressa, com valor promocional, na Feira do Livro 2018.1, na Livraria da Editora. Com o objetivo de facilitar o acesso dos candidatos ao conteúdo do livro, a Editora da UFSC oferece gratuitamente sua versão digital no site (http://editora.ufsc.br/estante-aberta/).
Título: Nós
Autor: Salim Miguel
Páginas: 83
Editora: UFSC
Ano: 2015

Estamos preparando a tradicional Feira do Livro da UFSC, que inicia em 26 de fevereiro e segue até 22 de março. Será na Livraria da Editora, no Centro de Eventos. Anote na agenda!

O entomologista americano Jeffrey A. Lockwood, autor do livro Soldados de Seis Pernas – Usando Insetos como Armas de Guerra, é um dos entrevistados da série Nazi Secret Files, disponível para os assinantes da Netflix. O cientista aparece no quarto capítulo da série documental produzida pela BBC. O livro, publicado em 2016 pela EdUFSC, foi traduzido pelo professor aposentado e voluntário da UFSC, Carlos Brisola Marcondes.
Mais informações sobre o livro aqui.

Um diálogo de culturas. Um intelectual-no-lugar, porém, em fim de vida, conversa com um jovem emigrado, deslocado e sem-nome. Não é um diálogo sobre a identidade. As identidades foram feridas, arrasadas e, no futuro, não cessarão de ser transformadas ou transfiguradas. Uma metamorfose em abismo, ditada pela industrialização, pela democracia de massas e pela despersonalização. Este livro nos mostra que identidade é mutação. A hipótese implica reconhecer a não identidade de todos, a não identidade de cada um consigo mesmo, bem como a não identidade da literatura com a própria literatura. É essa talvez a maior lição desta fascinante troca de correspondências entre Mário de Andrade e Newton Freitas.