LANÇAMENTO! “Filosofia da ciência de Thomas Kuhn: conceitos de racionalidade científica”, de Daniel Laskowski Tozzini.

19/06/2020 19:42

Se você já ouviu a expressão “precisamos mudar o paradigma”, isso se deve a uma pessoa: o filósofo Thomas Kuhn. Durante sua carreira, Kuhn entrou em debate com os maiores filósofos da ciência de sua época. Popper, Lakatos, Feyerabend, Watkins, Toulmin e Israel Scheffler estavam entre eles. Este livro apresenta uma introdução à filosofia de Kuhn e as principais críticas que ele recebeu. Imagens e recursos visuais são utilizados para facilitar a compreensão do tema. Professores, estudiosos e alunos de Filosofia e História da Ciência, de Filosofia Contemporânea, de Metodologia da Ciência, de Filosofia Contemporânea, de Metodologia Científica, de Epistemologia das Ciências Sociais e de Sociologia do Conhecimento podem encontrar neste livro um bom guia de estudos e de debate.

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“O fantástico na Ilha de Santa Catarina”, de Franklin Cascaes, será tema de debate virtual promovido pela Casa da Memória

16/06/2020 18:08

O primeiro debate do projeto “Trama de Leitura Ilhoa” terá como tema a obra “O fantástico na Ilha de Santa Catarina”, de Franklin Cascaes. O objetivo da sala de leitura do Centro de Documentação e Pesquisa Casa da Memória é promover o contato com livros de autores (as) de Florianópolis. Esta primeira ação acontecerá online no dia 13/07 às 19h30. Poderão participar até 100 pessoas que devem se inscrever neste link.

Sobre a obra:

“O fantástico na Ilha de Santa Catarina”: Nas 24 narrativas da presente coletânea, escritas entre 1946 e 1975, Cascaes “reproduz traços do inconsciente popular na área da fantasmagoria, relatando casos dramáticos de crenças em boitatás, lobisomens, negrinho do pastoreio e saci-pererê, mas sobretudo em bruxas, a cujos malefícios os grupos sociais incultos de muitas gerações debitaram a agressividade de fenômenos naturais, deficiências na área da saúde e anomalias hereditárias. Para os relatos, Cascaes se vale amplamente de diálogos travados entre falantes analfabetos ou semialfabetizados do século XX. Ele se empenhou por reproduzir os principais traços típicos do falar dos açoriano-catarinenses então nascidos na Ilha: fonéticos, morfossintáticos e lexicossemânticos. Nesse gênero ele foi pioneiro e alcançou sucesso, como evidencia o significativo número de edições da obra”. – Oswaldo Antônio Furlan.

O livro pode ser adquirido na livraria virtual e também está disponível gratuitamente na nossa estante aberta.

Mauri Furlan, professor titular da UFSC e tradutor, conta como o caos do país e do mundo interferem no prazer da leitura

04/06/2020 14:28

 

ABEU Reflete: edição de 03 de junho de 2020

ABEU Reflete: edição de 03 de junho de 2020

Pandemia, instabilidade política no Brasil e tensões raciais no mundo. O momento não é de muita tranquilidade para quem se deixa afetar pelas crises que atravessam nossos tempos. O tradutor e professor titular de Letras na Universidade Federal de Santa Catarina, Mauri Furlan, fala na coluna ABEU Reflete desta semana sobre os impactos dessas turbulências no hábito de ler. Em um momento em que tínhamos supostamente mais tempo livre para ficar em casa e atualizar leituras, inquietações externas nos desconcentram e dão lugar a aflições. É o que Furlan salienta em seu artigo.

ABEU se solidariza com famílias brasileiras: em defesa da sensatez

27/05/2020 20:11

A Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU), em vista dos recentes questionamentos a respeito da real gravidade da pandemia da Covid-19 realizados por figuras públicas, decidiu se posicionar em defesa da sensatez e da ciência neste debate. Como uma associação que representa 128 editoras universitárias de todo o país, responsáveis pela divulgação e disseminação do conhecimento produzido em instituições de ensino e de pesquisa brasileiras, a ABEU se vê na obrigação de manifestar seu apoio à ciência e às decisões tomadas com base em métodos científicos.

Confira aqui a íntegra do manifesto da associação.

Estante Aberta: “Sonho de uma noite de verão”, de William Shakespeare

22/05/2020 14:34

Por Gabriel Martins/Agecom

Em uma noite de verão em Atenas, o casal formado por Hérmia e Lisandro decide fugir pelos bosques para outra cidade, a fim de casarem-se e, assim, evitar o matrimônio da jovem com Demétrio, a quem seu pai lhe prometeu a mão em casamento. Helena, apaixonada por Demétrio e com esperanças de ter seu sentimento retribuído, decide contar a Demétrio sobre a fuga de sua noiva. Já nos bosques atenienses, o rei dos elfos, Oberon, observa o sofrimento de Helena e pede a seu servo, Puck, que encante Demétrio com uma poção que o faça se apaixonar pelo primeiro ser que vir ao despertar. Puck, no entanto, confunde os casais e em pouco tempo Lisandro e Demétrio já não disputam mais o amor de Hérmia, mas de Helena, enquanto a rainha das fadas, amada e amante de Oberon, se apaixona por um burro.

O conhecido enredo principal da mais famosa comédia shakespeariana, Sonho de uma noite de verão, retrata em uma série inesgotável de equívocos os próprios enganos da escolha amorosa, como destaca Helena na primeira cena do primeiro ato:

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