CATEGORIAS ITALIANAS: ESTUDOS DE POÉTICA E LITERATURA

05/07/2016 16:17

245 páginas  – 1ª edição – 2014

 

Entre 1974 e 1976, encontrava-me regularmente com Italo Calvino e Claudio Rugafiori para definir o programa de uma revista. A respeito de uma coisa concordávamos: uma seção devia ser dedicada à definição do que chamávamos "categorias italianas". Tratava-se de identificar, por meio de conceitos, polarmente conjugados, nada menos do que as estruturas categoriais da cultura italiana. O projeto acabou não se realizando. Mas os oito estudos aqui reunidos, a seu modo, permanecem fiéis àquele programa. Cada ensaio busca definir uma dupla categorial. O programa inicial de uma grade sistemática das categorias portadoras da cultura italiana continua, não obstante, em aberto.


VIOLÊNCIAS E FIGURAS SUBJETIVAS: INVESTIGAÇÕES ACERCA DO MAL INCONTROLÁVEL

05/07/2016 16:17

309 páginas  – 1ª edição – 2014

 

A coletânea Violências e figuras subjetivas: investigações acerca do mal incontrolável dá continuidade a um projeto anterior bem-sucedido do qual se constatou que uma visão multidisciplinar foi elucidativa do complexo fenômeno. Desta feita, escolhemos apontar os cenários, reconhecendo existir na mundanização da violência um espaço onde cada episódio se desenrola. Mas o cenário traz consigo o confinamento do tempo e dá um ar decisivo ao que moveu a escrita de cada capítulo.

 


A GEOGRAFIA CULTURAL

05/07/2016 16:17

456 páginas  – 4ª edição – 2014

 

A obra aqui colocada à disposição do público brasileiro apresenta a possibilidade da exploração de um renovado campo de conhecimento, aliando aspectos culturais e geográficos. Desde as primeiras contribuições da geografia humana até a caracterização das grandes problemáticas culturais atuais, A geografia cultural traça um amplo panorama dos estudos geográficos que elegem a cultura como importante componente nas relações entre homem e meio nas relações sociais.


A ESTRUTURA DO CONTO DE MAGIA

05/07/2016 16:16

300 páginas  –  1ª edição – 2015

 

Nos anos 1960, a formação da Folclorística Estrutural estava relacionada a transformações ideológicas radicais no campo das Humanidades. Naquela época, na União Soviética, surgia uma nova orientação de pesquisa, que propunha métodos exatos nas Ciências Sociais. A isso se dedicaram as Escolas de Verão de Tártu, coordenadas por I. M. Lótman. Como se sabe, as tradições orais, por sua especificidade, podem ser compreendidas particularmente pelas pesquisas semiótico-estruturais. Daí o fato de que, nos programas das Escolas de Verão, o folclore, representado no início de modo bem tímido, tenha passado a ocupar um espaço cada vez maior. Uma das abordagens dessas pesquisas foi o desenvolvimento das ideias de V. I. Propp em Morfologia do conto maravilhoso (1928). A combinação de princípios dos níveis de análise sintagmático/paradigmático e sincrônico/diacrônico é traço característico dos trabalhos de E. M. Meletínski e da sua escola.

 

 


LUGARES: PATRIMÔNIO, MEMÓRIA E PAISAGENS

05/07/2016 16:16

337 páginas  –  1ª edição – 2014

 

O desafio das políticas de preservação da paisagem não é fundamentalmente estético: é social; trata-se de permitir aos homens conservar sua raízes, fortalecer suas identidades.

Este livro, composto de um esforço integrado e coletivo, pretende abrigar diferentes estudos sobre as cidades, que, em variados graus, sofrem rápidas e constantes transformações na paisagem, as quais ameaçam seu patrimônio social, mas sobretudo, o modo de vida de seus habitantes.

 


SUBTRÓPICOS #12

05/07/2016 16:16

Mensalmente, em formato impresso e eletrônico, a revista Subtrópicos trará textos – curtos, certeiros, candentes – sobre um amplo espectro de temas no campo das artes, da educação, da cultura, da política, da ciência e da tecnologia.

 

A iniciativa é pioneira no âmbito da editoras universitárias brasileiras. Com ela, a EdUFSC, pretende ampliar o horizonte do debate acadêmico, que hoje tende a permanecer no círculo restrito dos livros e revistas especializados.

 

Disponível também em versão eletrônica, pelo link:

http://issuu.com/ayrtonsilveira/docs/subtropicos_n12/1


GUIA DE CAMPO FITOSSOCIOLÓGICO N.2

05/07/2016 16:16

02 páginas*  –  1ª edição – 2014

 

Vendido em conjunto com o Guia de Campo Fitossociológico N.1

 

Os guias de campo são objetos com a finalidade de reconhecer e fornecer informações básicas e objetivas sobre espécies arbóreas e arborescentes. Eles destacam as espécies de maior ocorrência na Floresta de Araucária, disponibilizando dois volumes, totalizando 20 espécies.

 

As grandes vantagens desses guias de campo são: 1o a praticidade de comparar e identificar rapidamente um maior número de informações entre as espécies em um menor espaço impresso; 2o facilidade de transporte e manuseio em campo; 3o são protegidos (plastificados) podem ser consultados em condições ambientais desfavoráveis, sem dano físico ao material bibliográfico.

 

*Este guia de campo é composto de 01 folha plastificada, impressa em frente e verso. Obs: esta publicação não é um livro.


SUBTRÓPICOS #11

05/07/2016 16:16

Mensalmente, em formato impresso e eletrônico, a revista Subtrópicos trará textos – curtos, certeiros, candentes – sobre um amplo espectro de temas no campo das artes, da educação, da cultura, da política, da ciência e da tecnologia.

 

A iniciativa é pioneira no âmbito da editoras universitárias brasileiras. Com ela, a EdUFSC, pretende ampliar o horizonte do debate acadêmico, que hoje tende a permanecer no círculo restrito dos livros e revistas especializados.

 

Disponível também em versão eletrônica, pelo link:

http://issuu.com/ayrtonsilveira/docs/subtropicos_n11/1


METODOLOGIA CIENTÍFICA E EDUCAÇÃO

05/07/2016 16:16

162 páginas  – 2ª edição – 2014

 

Neste livro, a metodologia científica é apresentada e estudada fundamentalmente como uma disciplina orientadora do saber científico. Entendemos a metodologia científica como uma disciplina nuclear, a qual dispõe de uma pluralidade de feixes educacionais de ciência. Parte daí nossa concepção de que o conceito de metodologia científica é consubstancial ao conceito de educação.


PILATOS E JESUS

05/07/2016 16:16

76 páginas  –  1ª edição – 2015

 

Quem é Pôncio Pilatos, o prefeito da Judeia diante do qual se dá o processo de Jesus que se conclui com a crucificação? Um tirano cruel e implacável ou um funcionário temeroso e hesitante, que se deixa convencer pelo sinédrio a condenar um homem que ele acredita ser inocente? Uma máscara irônica e desencantada que pronuncia frases memoráveis ("O que é a verdade?", "Ecce homo!", "O que não escrevi, escrevi"), ou uma severa figura teológica sem a qual o drama da paixão não poderia se cumprir? Recolocando em cena o processo em todas as suas fases, Agamben propõe uma leitura inédita e pontual. No diálogo entre Pilatos e Jesus, dois mundos e dois reinos estão frente a frente: a história e a eternidade, o sagrado e o profano, o juízo e a salvação.

 

Em Pilatos e Jesus, o filósofo Giorgio Agamben procura mostrar em que sentido o processo de julgamento daquele que "veio ao mundo para nos salvar" pode ser visto como uma "alegoria de nosso tempo". Jesus é levado ao julgamento e condenado sem que lhe tenha sido proferida qualquer sentença definitiva.

 

No credo, os cristãos recordam que Jesus padeceu sob Pôncio Pilatos. O destaque conferido ao prefeito romano da província da Judeia expõe o caráter mundano desse momento-chave da história da humanidade. No entanto, a morte do filho de Deus é acontecimento que não se encerra neste plano histórico. Seu desdobramento possibilita aos homens un novo vínculo, renova-lhes a aliança com o que está além deste mundo e é a-histórico.

 

Em grego, o ato de julgar denomina-se krisis. O temor comporta tanto o significado jurídico quanto médico ("julgar" se em que o momento o paciente morrerá) e o teológico (o Juízo final). O processo da entrega de Jesus por Pilatos constitui uma krisis porque expõe o confronto de dois mundos inconciliáveis: o reino temporal vai julgar o Reino eterno. Perguntado sobre os crimes que teria cometido, se era o Rei dos judeus, Jesus responde: "O meu reino não é deste mundo".

 

krisis também se expressa no fato de o processo contra Jesus não constituir um julgamento em senso estrito. Pilatos – personagem histórico – desenvolve também uma função teológica ao desencadear o processo jurídico pelo qual sabemos que Jesus pertence a outro mundo. No entanto, o ato de julgamento não se consuma, o processo que os envolve não chega a uma conclusão. O processo sem julgamento comporta uma contradição profunda nos termos de direito: "que haja um processo, mas não um julgamento, é, na realidade, amais severa objeção que se possa levantar contra o direito".

 

A história desse processo sem conclusão descreve a trajetória de um julgamento que instaura uma crise. Insolúvel, o embate entre dois mundos, Pilatos face a face com Jesus, comprovaria duas ideias da modernidade: "que a história seja um 'processo' e que esse processo, enquanto não se concluir em um juízo, esteja em permanente estado de crise". Pilatos e Jesus se debruça sobre o que para os cristãos é o absurdo da crucificação de Jesus. Ao mesmo tempo, joga luz sobre uma das marcas do nosso presente histórico: momento atravessado por um processo cuja irresolução instaura a crise permanente.