254 páginas – 1ª edição – 2014
Este livro reúne os trabalhos apresentados no Simpósio Nacional Contatos e Contágios: 30 anos de O mez da grippe de Valêncio Xavier, ocorrido de dezembro de 2011 a janeiro de 2012 em Florianópolis. A ideia é mostrar a grandiosidade de uma obra que em muitas ocasiões fala do corpo/corpus – ou melhor, de imagens, desejos, arte, política. O mez da grippe, em sua urgência, deixa assim transparecer que, ao longo desses 30 anos, a escrita de Valêncio Xavier foi ganhando não somente corpus crítico, mas um corpus mutante, transformado em filme, em peça de teatro e em discussão.

296 páginas – 4ª edição – 2014
Neste livro, o leitor encontrará uma análise crítica do ensino tecnológico, com ênfase nas escolas de engenharia no Brasil, como uma contribuição do autor para a consolidação de uma política mais eficiente de formação do corpo docente, procurando analisar as consequências dessa situação, propondo atividades, leituras e inserções, e centrando-se na premissa básica de que o ensino de engenharia somente sofrerá alguma modificação consistente se a comunidade docente voltar-se para esse intento.
Considerando que é necessário criar conexão entre engenharia, tecnologia, cultura e sociedade, a abordagem do assunto vem fundamentada em três eixos direcionadores: a) estudo sobre os pontos básicos da relação professor/aluno; b) levantamento das implicações decorrentes da falta de análise da relação entre ciência, tecnologia e sociedade na filosofia dos cursos tecnológicos; c) reflexões sobre questões didáticas, pedagógicas e epistemológicas.
Enfim, as contribuições da história, da filosofia, da sociologia e da epistemologia, bem como da necessária conexão entre engenharia, tecnologia, cultura e sociedade, são de fundamental importância para tais colocações.

Mensalmente, em formato impresso e eletrônico, a revista Subtrópicos trará textos – curtos, certeiros, candentes – sobre um amplo espectro de temas no campo das artes, da educação, da cultura, da política, da ciência e da tecnologia.
A iniciativa é pioneira no âmbito da editoras universitárias brasileiras. Com ela, a EdUFSC, pretende ampliar o horizonte do debate acadêmico, que hoje tende a permanecer no círculo restrito dos livros e revistas especializados.
Disponível também em versão eletrônica, pelo link:

204 páginas – 1ª edição – 2014
Os textos resumidos neste volume foram escritos para uma série de conferências sobre Filosofia da Arte e Estética ao longo do ano de 2011. Os autores são todos, com exceção de Rodrigo Duarte, professores do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina que participaram da série de conferências intitulada "Café filosófico: Estética e Filosofia da Arte". As contribuições refletem algumas das tendências encontradas no panorama da filosofia acadêmica atual, embora não tenham a intenção de cobrir todo o espectro de tais tendências.

336 páginas – 2ª edição – 2014
O título do livro significa que a revisão empreendida do conceito mímesis, tradicionalmente mal interpretado como correspondente ao latino "imitatio", mostra que o fenômeno analisado não se encerra nas fronteiras da arte verbal e pictórica, senão que, enquanto correspondência a algo anterior, de que, ao mesmo tempo, difere, é um desafio para o pensamento de fato reflexivo. Originalmente publicado em 2000, é considerado a peça capital da teorização que o autor empreende desde 1980. Sua capa, uma reprodução de La tempestà, de Giorgione, aponta para a análise que aí é feita do famoso e enigmático quadro.

Mensalmente, em formato impresso e eletrônico, a revista Subtrópicos trará textos – curtos, certeiros, candentes – sobre um amplo espectro de temas no campo das artes, da educação, da cultura, da política, da ciência e da tecnologia.
A iniciativa é pioneira no âmbito da editoras universitárias brasileiras. Com ela, a EdUFSC, pretende ampliar o horizonte do debate acadêmico, que hoje tende a permanecer no círculo restrito dos livros e revistas especializados.
Disponível também em versão eletrônica, pelo link:
http://issuu.com/ayrtonsilveira/docs/subtropicos_n08

396 páginas – 2ª edição – 2014
No início do século XX, o jovem filósofo britânico G. E. Moore revitalizou a filosofia moral argumentando, no seu influente tratado Principia Ethica (1903), que todos os trabalhos anteriores de ética eram defeituosos, pois cometiam um erro sério – a falácia naturalista. A validade da acusação de Moore permanece sendo discutida até hoje e, no começo do século XXI, é bom dar as boas-vindas a este trabalho feito por um jovem filósofo brasileiro, Darlei Dall'Agnol, que apresenta um modo radicalmente novo de pensar sobre o trabalho de Moore, incluindo a construção de uma versão supostamente válida do argumento da falácia naturalista. Dall'Agnol argumenta que Moore sistematicamente confunde um modo de pensar sobre valores que é abstrato, platônico, com uma perspectiva mais concreta, aristotélica, segundo a qual o valor intrínseco é aquilo que é valioso de se ter por si mesmo. Tendo feito essa distinção, Dall'Agnol argumenta que é possível fazer uma reconstrução "aristotélica" da teoria ética de Moore que não é vulnerável a muitas das objeções normais que são feitas a Moore e que proporciona um modo útil e geral de pensar sobre os fundamentos da moralidade. Este parece ser um trabalho muito promissor que melhora nossa compreensão tanto do trabalho de Moore quanto da ética.

166 páginas – 1ª edição – 2014
O livro oferece fundamentos, propostas e reflexões sobre a experimentação no ensino de Química, especialmente para a educação superior. Discutem-se questões como a experimentação e sua relação com a aprendizagem, as várias abordagens metodológicas para experimentos de Química Geral na educação superior e a experimentação no ensino de Ciências articulada à formação docente.

158 páginas – 1ª edição – 2014
Vários animais, sobretudo voláteis, povoam a poesia de Umberto Saba: o presente volume reúne, além de alguns célebres poemas isolados que tematizam a relação do homem com o animal, os quatro breves últimos livros do poeta, em que o tema se faz cada vez mais presente e significativo. Há certamente muito a descobrir relendo a poesia de Saba à luz dessa atração pelos animais enquanto representantes da vida instintual, fundamental, contraposta à vida racional e às suas proibições e limites à liberdade e à verdade dos desejos e dos amores.

400 páginas – 1ª edição – 2014
Existem muitos títulos sobre o golpe de 1964, mas bem poucos tratam de aspectos tão diversificados quanto este. No que diz respeito a Santa Catarina, é absolutamente inovador. O livro aborda a vida de vários grupos sociais durante diferentes períodos da ditadura no estado. Desenvolve tópicos ligados à política, à economia, aos costumes, aos problemas regionais, aos trabalhadores do campo e da cidade, ao meio ambiente, ao movimento negro, às relações de gênero e às comunidades indígenas. O peso das lideranças civis que aderiram ao regime e a recuperação de uma série de lutas e experiências locais em que ressoam outras experiências brasileiras e latino-americanas fazem desta obra uma importante contribuição à historiografia brasileira.
