A ESTRUTURA DO CONTO DE MAGIA

05/07/2016 16:16

300 páginas  –  1ª edição – 2015

 

Nos anos 1960, a formação da Folclorística Estrutural estava relacionada a transformações ideológicas radicais no campo das Humanidades. Naquela época, na União Soviética, surgia uma nova orientação de pesquisa, que propunha métodos exatos nas Ciências Sociais. A isso se dedicaram as Escolas de Verão de Tártu, coordenadas por I. M. Lótman. Como se sabe, as tradições orais, por sua especificidade, podem ser compreendidas particularmente pelas pesquisas semiótico-estruturais. Daí o fato de que, nos programas das Escolas de Verão, o folclore, representado no início de modo bem tímido, tenha passado a ocupar um espaço cada vez maior. Uma das abordagens dessas pesquisas foi o desenvolvimento das ideias de V. I. Propp em Morfologia do conto maravilhoso (1928). A combinação de princípios dos níveis de análise sintagmático/paradigmático e sincrônico/diacrônico é traço característico dos trabalhos de E. M. Meletínski e da sua escola.

 

 


LUGARES: PATRIMÔNIO, MEMÓRIA E PAISAGENS

05/07/2016 16:16

337 páginas  –  1ª edição – 2014

 

O desafio das políticas de preservação da paisagem não é fundamentalmente estético: é social; trata-se de permitir aos homens conservar sua raízes, fortalecer suas identidades.

Este livro, composto de um esforço integrado e coletivo, pretende abrigar diferentes estudos sobre as cidades, que, em variados graus, sofrem rápidas e constantes transformações na paisagem, as quais ameaçam seu patrimônio social, mas sobretudo, o modo de vida de seus habitantes.

 


SUBTRÓPICOS #12

05/07/2016 16:16

Mensalmente, em formato impresso e eletrônico, a revista Subtrópicos trará textos – curtos, certeiros, candentes – sobre um amplo espectro de temas no campo das artes, da educação, da cultura, da política, da ciência e da tecnologia.

 

A iniciativa é pioneira no âmbito da editoras universitárias brasileiras. Com ela, a EdUFSC, pretende ampliar o horizonte do debate acadêmico, que hoje tende a permanecer no círculo restrito dos livros e revistas especializados.

 

Disponível também em versão eletrônica, pelo link:

http://issuu.com/ayrtonsilveira/docs/subtropicos_n12/1


GUIA DE CAMPO FITOSSOCIOLÓGICO N.2

05/07/2016 16:16

02 páginas*  –  1ª edição – 2014

 

Vendido em conjunto com o Guia de Campo Fitossociológico N.1

 

Os guias de campo são objetos com a finalidade de reconhecer e fornecer informações básicas e objetivas sobre espécies arbóreas e arborescentes. Eles destacam as espécies de maior ocorrência na Floresta de Araucária, disponibilizando dois volumes, totalizando 20 espécies.

 

As grandes vantagens desses guias de campo são: 1o a praticidade de comparar e identificar rapidamente um maior número de informações entre as espécies em um menor espaço impresso; 2o facilidade de transporte e manuseio em campo; 3o são protegidos (plastificados) podem ser consultados em condições ambientais desfavoráveis, sem dano físico ao material bibliográfico.

 

*Este guia de campo é composto de 01 folha plastificada, impressa em frente e verso. Obs: esta publicação não é um livro.


SUBTRÓPICOS #11

05/07/2016 16:16

Mensalmente, em formato impresso e eletrônico, a revista Subtrópicos trará textos – curtos, certeiros, candentes – sobre um amplo espectro de temas no campo das artes, da educação, da cultura, da política, da ciência e da tecnologia.

 

A iniciativa é pioneira no âmbito da editoras universitárias brasileiras. Com ela, a EdUFSC, pretende ampliar o horizonte do debate acadêmico, que hoje tende a permanecer no círculo restrito dos livros e revistas especializados.

 

Disponível também em versão eletrônica, pelo link:

http://issuu.com/ayrtonsilveira/docs/subtropicos_n11/1


METODOLOGIA CIENTÍFICA E EDUCAÇÃO

05/07/2016 16:16

162 páginas  – 2ª edição – 2014

 

Neste livro, a metodologia científica é apresentada e estudada fundamentalmente como uma disciplina orientadora do saber científico. Entendemos a metodologia científica como uma disciplina nuclear, a qual dispõe de uma pluralidade de feixes educacionais de ciência. Parte daí nossa concepção de que o conceito de metodologia científica é consubstancial ao conceito de educação.


PILATOS E JESUS

05/07/2016 16:16

76 páginas  –  1ª edição – 2015

 

Quem é Pôncio Pilatos, o prefeito da Judeia diante do qual se dá o processo de Jesus que se conclui com a crucificação? Um tirano cruel e implacável ou um funcionário temeroso e hesitante, que se deixa convencer pelo sinédrio a condenar um homem que ele acredita ser inocente? Uma máscara irônica e desencantada que pronuncia frases memoráveis ("O que é a verdade?", "Ecce homo!", "O que não escrevi, escrevi"), ou uma severa figura teológica sem a qual o drama da paixão não poderia se cumprir? Recolocando em cena o processo em todas as suas fases, Agamben propõe uma leitura inédita e pontual. No diálogo entre Pilatos e Jesus, dois mundos e dois reinos estão frente a frente: a história e a eternidade, o sagrado e o profano, o juízo e a salvação.

 

Em Pilatos e Jesus, o filósofo Giorgio Agamben procura mostrar em que sentido o processo de julgamento daquele que "veio ao mundo para nos salvar" pode ser visto como uma "alegoria de nosso tempo". Jesus é levado ao julgamento e condenado sem que lhe tenha sido proferida qualquer sentença definitiva.

 

No credo, os cristãos recordam que Jesus padeceu sob Pôncio Pilatos. O destaque conferido ao prefeito romano da província da Judeia expõe o caráter mundano desse momento-chave da história da humanidade. No entanto, a morte do filho de Deus é acontecimento que não se encerra neste plano histórico. Seu desdobramento possibilita aos homens un novo vínculo, renova-lhes a aliança com o que está além deste mundo e é a-histórico.

 

Em grego, o ato de julgar denomina-se krisis. O temor comporta tanto o significado jurídico quanto médico ("julgar" se em que o momento o paciente morrerá) e o teológico (o Juízo final). O processo da entrega de Jesus por Pilatos constitui uma krisis porque expõe o confronto de dois mundos inconciliáveis: o reino temporal vai julgar o Reino eterno. Perguntado sobre os crimes que teria cometido, se era o Rei dos judeus, Jesus responde: "O meu reino não é deste mundo".

 

krisis também se expressa no fato de o processo contra Jesus não constituir um julgamento em senso estrito. Pilatos – personagem histórico – desenvolve também uma função teológica ao desencadear o processo jurídico pelo qual sabemos que Jesus pertence a outro mundo. No entanto, o ato de julgamento não se consuma, o processo que os envolve não chega a uma conclusão. O processo sem julgamento comporta uma contradição profunda nos termos de direito: "que haja um processo, mas não um julgamento, é, na realidade, amais severa objeção que se possa levantar contra o direito".

 

A história desse processo sem conclusão descreve a trajetória de um julgamento que instaura uma crise. Insolúvel, o embate entre dois mundos, Pilatos face a face com Jesus, comprovaria duas ideias da modernidade: "que a história seja um 'processo' e que esse processo, enquanto não se concluir em um juízo, esteja em permanente estado de crise". Pilatos e Jesus se debruça sobre o que para os cristãos é o absurdo da crucificação de Jesus. Ao mesmo tempo, joga luz sobre uma das marcas do nosso presente histórico: momento atravessado por um processo cuja irresolução instaura a crise permanente.


CONTATOS E CONTÁGIOS: ESCRITURAS SOBRE VALÊNCIO XAVIER

05/07/2016 16:16

254 páginas – 1ª edição – 2014

 

Este livro reúne os trabalhos apresentados no Simpósio Nacional Contatos e Contágios: 30 anos de O mez da grippe de Valêncio Xavier, ocorrido de dezembro de 2011 a janeiro de 2012 em Florianópolis. A ideia é mostrar a grandiosidade de uma obra que em muitas ocasiões fala do corpo/corpus – ou melhor, de imagens, desejos, arte, política. O mez da grippe, em sua urgência, deixa assim transparecer que, ao longo desses 30 anos, a escrita de Valêncio Xavier foi ganhando não somente corpus crítico, mas um corpus mutante, transformado em filme, em peça de teatro e em discussão.


CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE: E O CONTEXTO DA EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA ED. 4

05/07/2016 16:16

296 páginas – 4ª edição – 2014

 

Neste livro, o leitor encontrará uma análise crítica do ensino tecnológico, com ênfase nas escolas de engenharia no Brasil, como uma contribuição do autor para a consolidação de uma política mais eficiente de formação do corpo docente, procurando analisar as consequências dessa situação, propondo atividades, leituras e inserções, e centrando-se na premissa básica de que o ensino de engenharia somente sofrerá alguma modificação consistente se a comunidade docente voltar-se para esse intento.

Considerando que é necessário criar conexão entre engenharia, tecnologia, cultura e sociedade, a abordagem do assunto vem fundamentada em três eixos direcionadores: a) estudo sobre os pontos básicos da relação professor/aluno; b) levantamento das implicações decorrentes da falta de análise da relação entre ciência, tecnologia e sociedade na filosofia dos cursos tecnológicos; c) reflexões sobre questões didáticas, pedagógicas e epistemológicas.

Enfim, as contribuições da história, da filosofia, da sociologia e da epistemologia, bem como da necessária conexão entre engenharia, tecnologia, cultura e sociedade, são de fundamental importância para tais colocações.


SUBTRÓPICOS #9

05/07/2016 16:16

Mensalmente, em formato impresso e eletrônico, a revista Subtrópicos trará textos – curtos, certeiros, candentes – sobre um amplo espectro de temas no campo das artes, da educação, da cultura, da política, da ciência e da tecnologia.

 

A iniciativa é pioneira no âmbito da editoras universitárias brasileiras. Com ela, a EdUFSC, pretende ampliar o horizonte do debate acadêmico, que hoje tende a permanecer no círculo restrito dos livros e revistas especializados.

 

Disponível também em versão eletrônica, pelo link: