128 páginas – 1ª edição – 2014
ESGOTADO
Este livro, originalmente publicado nos Estados Unidos há uma década e meia, é um marco na obra de Judith Butler. Nele, está desenvolvido um dos eixos centrais de sua reflexão teórica feminista: a tensão entre as regras – representadas pelas leis do Estado – e o desejo dos sujeitos, expresso e vivido através de práticas sociais inovadoras e transformadoras.
Antígona, personagem que por muito tempo perdeu espaço para Édipo nas interpretações da obra de Sófocles, foi retomada por teóricas e militantes feministas contemporâneas como um exemplo da revolta das mulheres e da luta contra o Estado. Judith Butler aqui vai além das leituras tradicionais, a partir de um intenso diálogo com Hegel e Lacan.

403 páginas – 1ª edição – 2014
As críticas dirigidas às condições e às relações de trabalho se impõem como uma força particular porque o trabalho cristaliza um conjunto de mecanismos e de relações sociais particularmente propícias à manifestação do sentimento de injustiça. O trabalho é um estatuto, um valor de troca, uma atividade criativa, e cada uma dessas "naturezas" remete a um princípio de justiça, notadamente à igualdade, ao mérito e à autonomia. Desvelar esta arqueologia do trabalho, nas experiências profissionais, é o objetivo principal desta obra.

248 páginas – 1ª edição – 2014
Estudo que abriu de forma pioneira a compreensão das povoações mineradoras à luz da reconstituição histórica de conceitos exatamente contemporâneos à sua formação. A arte do urbanismo conveniente apresenta uma visão alternativa e renovadora para a história do urbanismo colonial luso-brasileiro. Contrariando a visão da historiografia tradicional – desde os viajantes do século XIX, passando por Sérgio Buarque de Holanda e os modernistas – de que essas povoações seriam "espontâneas", "irregulares" e "desordenadas", A arte do urbanismo conveniente nos conduz extamanete ao oposto dessas classificações anacrônicas. A partir de uma extensa e cuidadosa pesquisa de documentos primários inéditos e de tratados de arte, arquitetura e engenharia autorizados no século XVIII, o autor propõe que aquelas povoações sejam compreendidas sob a consideração de conceitos de ordem, regularidade, decoro e conveniência vigentes naquele tempo.

234 páginas – 1ª edição – 2014
O leitor irá encontrar nessas páginas um conjunto de análises formuladas sobre distintas questões que apresentam em comum um exame crítico da sociedade capitalista. O livro conta, em especial, com temas que abordam as políticas sociais e a profissão de Serviço Social. Resultado da prática analítica de pesquisadores dessa área – do Programa de Pós-Graduação/UFSC -, as reflexões dialogam com todos aqueles que tomam como desafio cotidiano o entendimento da realidade que nos afeta, diretamente, como pesquisadores e cidadãos.

128 páginas – 1ª edição – 1987
Santa Catarina, desde o início do século, entrou no circuito brasileiro de exibição cinematográfica e desde então vem repetindo a tradição, também brasileira, de colocar a produção local em segundo plano. Tem um cinema esquecido, sem exibição sistemática, e que nunca mereceu uma análise mais criteriosa.
Dessa realidade, surgem questões: existe o "cinema catarinense"? Quem faz ou fez cinema em Santa Catarina? Quais as condições de produção? Por que tantas dificuldades para exibir? O objetivo dessa pesquisa é aprofundar o conhecimento sobre o cinema catarinense.

134 páginas – 3ª edição – 2014
Um livro é um ser vivo. Nasce de um sonho e de uma necessidade: o sonho de contribuir para uma melhor formação e a necessidade de construir aulas em que a excelência sempre aponte para um patamar mais alto, cujo destino é jamais ser alcançado. Trata-se de um livro adulto, apresentado em nova edição, testado na interação entre professores e alunos. Nas veias e artérias deste livro-ser circulam as palavras, os discursos, as queixas de alunos e professores que, por mais de duas décadas, frequentaram as salas de aula do prédio do Básico, o mais antigo da UFSC. Apostilas que crescem ano a ano com a introdução de muitos materiais traduzem uma obra coletiva feita por centenas de mãos. Organizar um livro como este é como resgatar obras históricas, cuidando para se preservarem as tintas originais com que se construíram as catedrais góticas do conhecimento, com elementos de todos os que peregrinaram pelas salas dessas escolas eternas em busca do saber, seguindo uma tradição que se insinua desde a pré-história, quando os construtores se ergueram das cavernas para transformar o mundo. O destino das apostilas, neste ir e vir, entre acréscimos e subtrações, é o de se transformarem em livros, bons livros, costurados pelo tempo, testados e retesados pelo seu uso em centenas de ocasiões. Nada como a têmpera do tempo para aperfeiçoar uma obra.

216 páginas – 1ª edição – 2014
Patrimônio cultural e seus campos proporciona uma imersão nos distintos tópicos que conformam a problemática patrimonial, tanto no Brasil quanto fora dele. Reunindo importantes pesquisadores da área, aprofunda questões como o papel social do patrimônio arqueológico, experiências museológicas, nuanças do patrimônio imaterial, novos desafios da cidade contemporânea sob as políticas patrimoniais, o patrimônio cultural numa perspectiva comparativas latino-americana, entre outras. Uma excelente oportunidade para conferir o que de mais relevante os estudiosos do campo têm debatido na atualidade.

106 páginas – 1ª edição – 2014
Este é o procedimento intelectual do autor deste livro de ensaios ao nos ler algo do trabalho de Joaquim Cardozo como "forma-formante": um pensamento com poesia. E a imagem que arma como constelação heterogênea aproxima, com felicidade, o poeta de Trivium de outro homem-universo da mesma estirpe: Walter Benjamin. É a este que Manoel Ricardo de Lima recorre com propriedade para observar o quanto a "forja da destruição" de Joaquim Cardozo aciona sua máquina da alegria, da mesma forma que o sopro do progresso remete aos escombros no " Angelus Novus", o quadro de Paul Klee.
Everardo Norões

Mensalmente, em formato impresso e eletrônico, a revista Subtrópicos trará textos – curtos, certeiros, candentes – sobre um amplo espectro de temas no campo das artes, da educação, da cultura, da política, da ciência e da tecnologia.
A iniciativa é pioneira no âmbito da editoras universitárias brasileiras. Com ela, a EdUFSC, pretende ampliar o horizonte do debate acadêmico, que hoje tende a permanecer no círculo restrito dos livros e revistas especializados.
Disponível também em versão eletrônica, pelo link:
http://issuu.com/ayrtoncruz/docs/subtropicos_n05

320 páginas – 9 ª edição – 2014
A Coleção Didática da Editora da UFSC procura estabelecer uma linha objetiva de contato entre os alunos, o professor, a atividade de ensino e a sala de aula. Constitui-se de livros universitários e tem como proposta um apanhado de conteúdo programático resultante do aperfeiçoamento de textos usados em sala de aula, que incluem exercícios e demonstrações, clareza de explicação e abordagem.
Esta obra surgiu de vários anos de experiência com a atividade de ministrar aulas de Estatística para cursos das áreas de Ciências Sociais e Humanas. Um novo enfoque é aqui desenvolvido, diferenciando este de outros livros didáticos, ao motivar o aprendizado de técnicas estatísticas a partir de situações práticas e desenvolver a capacidade criativa dos alunos com diversos exemplos e exercícios que já apresentam a análise estatística pronta, deixando ao aluno a tarefa de interpretar os resultados. Tudo isso é feito com centenas de figuras, proporcionando um aprendizado mais rápido e agradável.
