FILOSOFIA DA TECNOLOGIA: UM CONVITE

05/07/2016 16:01

234 páginas – 1ª edição – 2011

 

ESGOTADO (disponível na 2ª ed.)

 

 

A filosofia da tecnologia, embora antiga como assunto de reflexão de alguns pensadores isolados, é recente como disciplina acadêmica. Quem nela se introduz descobre uma realidade bem maior do que a sugerida pela costumeira associação da tecnologia com a engenharia, porque a tecnologia nos afeta e desafia qualquer que seja nossa atividade. Descobre também que se trata de uma realidade que pode (e deve) ser tematizada pelas áreas tradicionais da filosofia, pois encerra questões tanto ontológicas quanto epistemológicas, tanto éticas quanto estéticas, tanto relativas à filosofia política quanto referentes à filosofia da história. No Brasil, a filosofia da tecnologia ainda não desperta o interesse que merece,sobretudo nos estudantes de filosofia; este livro aspira a divulgá-la. 


DOSTOIÉVSKI E A FILOSOFIA DO DIREITO – 1ª ed.2011

05/07/2016 16:01

246 páginas – 1ª edição – 2011

 

ESGOTADO

 

DOSTOIÉVSKI E A FILOSOFIA DO DIREITO –          O discurso jurídico dos irmãos Karamázov.

 

 O hermetismo da linguagem jurídica, o arcabouço dos conceitos jurídicos abstratos, as imensas barreiras simbólicas que separam a Lei do cidadão comum são questões que só podem ser criticamente desveladas a partir de um enfoque extrajurídico, e, sem dúvida alguma, a literatura traz grandiosas contribuições nesse sentido. A leitura dos ensaios aqui reunidos colabora para fomentar uma visão mais aguda do universo do Direito e também para melhor compreender o potencial que a literatura de Dostoiévski tem de penetrar nas camadas mais profundas do homem e das relações humanas, provando que juristas e literatos têm muito a conversar e a ganhar com essas ricas trocas.


EXCLUSÃO SOCIAL E RUPTURA DOS LAÇOS SOCIAIS: ANÁLISE CRÍTICA DO DEBATE CONTEMPORÂNEO

05/07/2016 16:01

233 páginas – 1ª edição – 2011

 

ESGOTADO

 

A simples idéia de pessoas que vivem uma situação ou um processo de exclusão social deixa transparecer a dimensão humana do problema que ela significa. Além de um problema humano, a exclusão social é também um problema social central que suscita questões essenciais para a Sociologia, seja como negação prática de um projeto de sociedades que se representam como tendendo à integração, seja como evidência de um princípio excludente inerente a elas.


HOMO ACADEMICUS – 1ª ed.

05/07/2016 16:01

314 páginas – 1ª edição – 2011

 

ESGOTADO

 

Em Homo academicus Pierre Bourdieu reativa a função primordial da sociologia que é compreender o mundo social e não alimentar mitos políticos ou pôr-se a serviço de um poder qualquer, podendo ser lida como um “manifesto”, ou como um apelo à resistência dos intelectuais. O caráter polêmico e ousado desta obra – de uma leitura às vezes árdua – é reconhecido pelo autor ao explicitar as dificuldades que enfrenta todo aquele que se propõe a observar seu próprio microcosmo.

 

 


ESCRITOS DE VÉSPERA

05/07/2016 16:01

312 páginas – 1ª edição – 2011

 

Escritos de Véspera é formado pelos ensaios mais salientes que o autor publicou durante a década de 1970. Como o título indica, sua abordagem de então apenas anunciava o que viria a caracterizar sua fase de maturidade. No entanto, o último ensaio aqui incluído era a primeira abordagem da revisão do fenômeno da mímesis, que viria a marcar sua produção posterior.

Inclui “O Buriti entre os homens ou o exílio da utopia”, escrito com o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro.


MAMÃE ÁFRICA, CHEGUEI AO BRASIL

05/07/2016 16:01

265 páginas – 1ª edição – 2011

 

ESGOTADO

 

É importante destacarmos que a educação para a igualdade racial é um desafio para os sistemas de ensino de todo o país e que o estudo da temática racial é imprescindível para romper com as imagens depreciativas e errôneas dos grupos sociais negros e outras minorias étnicas. Essas mudanças são significativa para o cotidiano de crianças e adolescentes negros que poderão ser reconhecidos enquanto tais, sem rótulos, sem discriminações.


O LIBERALISMO DE RALF DAHRENDORF: CLASSES, CONFLITO SOCIAL E LIBERDADE – ED. 1 – 2012

05/07/2016 16:01

192 páginas – 1ª edição – 2012

 

O Sociólogo inglês de origem germânica Ralf Dahrendorf (1929-2009) foi um dos mais importantes pensadores do século XX. Seu percurso intelectual e suas posições políticas e teóricas o qualificam como verdadeiro representante do liberalismo social. Filho de seu tempo e de seu século, Dahrendorf desenvolveu, assim como a geração de intelectuais que experimentou o terror do nazismo, verdadeira repulsa a qualquer espécie de totalitarismo de Estado. O conjunto de sua rica e profícua obra, marcada pela crítica ao marxismo e ao funcionalismo (teorias qualificadas pelo autor como utópicas), e sua proposta de uma nova ordem democrática e liberal de sociedade são discutidos no livro.

 


ONGS E POLÍTICAS NEOLIBERAIS NO BRASIL

05/07/2016 16:01

 148 páginas – 1ª edição – 2011

 

ESGOTADO

 

Este livro debate a relação das organizações não governamentais (ONGs) e do chamado “terceiro setor” com o Estado na década de 1990, período da implementação de políticas neoliberais no Brasil. Contribui para a apreensão da lógica da integração do chamado “terceiro setor” à reestruturação do capitalismo e do efeito de suas ações individualizadas e focalizadas no processo de desmantelamento das políticas sociais, supostamente universais.
Legalmente respaldados pela chamada Reforma do Estado, o “terceiro setor” e sua parte mais visível, as ONGs, ascenderam a um patamar de “corresponsabilização” pelas questões públicas. Embora as ONGs sejam apontadas como um espaço de participação popular e locus principal para o aprendizado da “cidadania”, esta obra descortina o que se oculta no “não governamental” e também as estruturas que se constituem sob o véu diáfano do termo “organização”.


ENSAIOS SOBRE CINEMA E PINTURA

05/07/2016 16:01

170 páginas – 1ª edição – 2008

 

 

Não entendi esse filme! Quantas vezes saímos do cinema com essa sensação…Em especial depois de assitir a uma película com temática complexa, com várias interpretações possíveis. Este livro trata de alguns desses filmes "difíceis" que nos atormentam…São eles: O livro de cabeceira, do diretor inglês Peter Greenaway;  Crash, estranhos prazeres,do diretor canadense David CRonenberg;  Cidade dos sonhos, do diretor norte-americano David Lynch;  Kaspar Hauser, filmes homônimos dos diretores alemães Werner Herzog e Peter Sehr, e Solaris, do diretor russo Andrei Tarkovski.

Porém esse não é só um problema do cinéfilo, mas do apreciador da arte em geral. Como apreciar adequadamente uma pintura que nos fascina, mas que traz em si tantos enigmas e mistérios que não conseguimos compreendê-la? A pintura misteriosa aqui tratada é a célebre Primavera, de Sandro Botticelli, obra realizada por volta de 1482 e que está baseada em um programa filosófico inspirado na literatura clássica e na filosofia neoplatônica; trabalhada na forma de um conto, são revistas as principais interpretações dessa pintura renascentista, acentuando seu apelo esotérico fundado em Hermes Trismegisto, o lendário criador das artes ocultas. Contudo, como assinala o autor, nenhuma análise é definitiva e toda obra de arte suscita uma cornucópia de significados que não podem ser reduzidos a um único viés interpretativo.


NOTAS SOBRE DIREITO E LITERATURA: O ABSURDO DO DIREITO EM ALBERT CAMUS

05/07/2016 16:01

159 páginas – 1ª edição – 2011

 

ESGOTADO

 

O propósito desta abordagem reside em evidenciar como a obra literária é capaz de sensibilizar o leitor para questões legais de difícil acesso numa discussão restrita ao âmbito jurídico. Nesse sentido, a obra de Camus foi escolhida para esta proposta por provar-se capaz de discutir questões incontornáveis para a compreensão do funcionamento de uma ordem jurídica. Entre estas questões, encontram-se a generalização opressora do sistema legal e a perseguição do indivíduo que a ele não se enquadra. São indagações básicas desenvolvidas por um autor distanciado do mundo jurídico, mas que, por meio dos reflexos sociais do Direito, captou o sentimento que essa ordem provoca e, com maestria, espelhou-os em sua obra.