363 páginas – 1ª edição – 1999
ESGOTADO
A filosofia e a cultura italianas desse século foram profundamente marcadas pelo idealismo hegeliano e pelo marxismo. Ninguém examinou a questão mais a fundo que o filósofo Lucio Colletti. O livro traça a história de sua obra, que desvela as ilusões de uma geração que vivenciou o flagelo ideológico do século XX.

107 páginas – 1ª edição – 2002
ESGOTADO
Através de desenhos e "causos" recolhidos entre os descendentes de açorianos, o autor mostra parte das pesquisas que dedicadamente realizou ao longo dos anos.

93 páginas – 1ª edição – 2008
O livro descreve uma trajetória da interpretação psicanalítica desde seus pilares na hermenêutica até os chamados "últimos Lacan", com o real da clínica e suas proposições de intervenções.

148 páginas – 1ª edição – 2003
Neste livro o autor traz à tona o debate sobre a necessidade de se exercer a crítica sobre a mídia. Para ele, só assim se pode exigir que o sistema se aperfeiçoe, que os jornalistas atuem com mais competência e mais correção.

474 páginas – 1ª edição – 2000
Esta é das mais instigantes narrativas, de tantas quantas já se escreveram, sobre a grande planície amazônica. Para realizá-la, os autores percorreram milhares de quilômetros, recolheram dados e entrevistaram importantes historiadores, cientistas, exploradores e intelectuais da Amazônia. O trabalho resultou num amplo panorama em que transparecem os dilemas e paradoxos dessa região que apaixona pessoas do mundo inteiro.

132 páginas – 1ª edição – 1996
ESGOTADO
Catarinense de São Francisco do Sul, Carlos da Costa Pereira foi cronista, crítico literário, ensaísta, historiador e tradutor. Suas memórias, de deliciosa leitura, revelam uma personalidade singular, bem-humorada e capaz de traduzir, de maneira especial, a vida cultural de sua época.

75 páginas – 1ª edição – 1999
ESGOTADO
O livro é o primeiro de uma série didática de história destinada a alunos de 1º e 2º graus, abordando episódios da história catarinense. O que mais enaltece esta narrativa deste episódio é a sua perspectiva de abordagem. Em vez de pegá-lo a partir da Campanha Oficial, cujo poder da iniciativa histórica estivesse nas mãos a desejo do Estado e de seu Exército a combater grupos rebeldes no Oeste, o autor dá a estes um caráter social-histórico, tratando o movimento como movimento social. Os que se rebelaram são interpretados como sujeitos históricos ao entrarem na cena como pessoas que vivem, que sonham, que trabalham, que rezam, que renegam culturas contrárias às suas tradições, que enfrentam dificuldades cotidianas no trato com as doenças e com a sobrevivência, que lutam contra uma ordem social prejudicial aos seus interesses.

80 páginas – 1ª edição – 2010
No livro A páscoa dos descontentes, o escritor Rubens Lunge brinda os leitores com 13 contos soldados pela qualidade literária. Aqui o autor escancara a sua verve de jornalista e sindicalista indignado com as injustiças vivenciadas no cotidiano das pessoas e dos bichos.
Não devendo nada a Rubem Fonseca, por exemplo, o contista coloca, literalmente, o sindicalista no chinelo.
Ironia, sarcasmo, cinismo e humor são armas sacadas para denunciar as mazelas da vida. Os contos abrigam o amor, a fome, a miséria, a dor, a lama, o sangue, o céu e o inferno, a vida e a morte. Neles encontramos um pouco de cada um de nós. É a sociedade sem metáforas e adjetivos, crua e cruel.

247 páginas – 1ª edição – 1996
Estado de conservação dos exemplares: páginas levemente amareladas pela ação do tempo (desconto de 30%).
Que conseqüências trazem o desenvolvimento do turismo e a expansão urbana para as comunidades nativas da Ilha de Santa Catarina? Neste livro, a autora resgata, através das vozes de autênticos ilhéus, o sentimento que perpassa a alma e a vida dessa gente. São, em geral, pessoas de idade avançada, nostálgicas do que se foi, e de comovente simplicidade. Em suas lembranças, oferecem-nos um painel rico de informações sobre seus modos, antigos e presentes, de vida e identidade.

292 páginas – 1ª edição – 2009
A vigília da escrita é um lúcido exercício crítico, produto de um trabalho que capta as ressonâncias de um certo corpus filosófico na obra ficcional do uruguaio Juan Carlos Onetti, um dos maiores escritores de língua espanhola do século XX, e o que elas avançam em consonância com teorias que ocupam lugar essencial no pensamento contemporâneo.
