425 páginas – 2ª edição – 2007
ESGOTADO
O tema geral da obra evidencia desde logo que não se trata de mais um livro, mas sim do livro síntese dos resultados de mais de quatro décadas de pesquisa do autor em sua busca incansável de compreensão dos fenômenos responsáveis pelos principais aspectos da paisagem nas regiões tropicais e subtropicais.

70 páginas – 1ª edição – 2012
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Não sempre é uma peça teatral de cunho experimental, simbólico, marcada por um sentido de vida fraturado e por uma desesperança amarga. Já Suéter laranja em dia de luto constitui um trabalho autoral de humor ácido, construído por meio das falas de personagens fechadas em um closet escuro e em uma situação de aniversário absurda. Ambos os trabalhos podem ser lidos como ensaios sobre o vazio (pós-)modernidade.
Márcio Markendorf
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Peças vencedoras do Concurso Rogério Sganzerla de Roteiros para Cinema e Teatro, promovido pela Editora da UFSC.
Saiba mais: http://www.editora.ufsc.br/noticia/detalhe/id/54

58 páginas – 1ª edição – 2012
O folclore brasileiro é visitado em cinco histórias que narram: o cotidiano dos moradores de uma vila de pescadores em meio à realização da farra do boi durante a Semana Santa; os conflitos surgidos em uma comunidade perdida entre as montanhas pelo temor que se cumpra uma antiga lenda envolvendo bruxas e lobisomens; as aventuras do boto que se transforma em homem e seduz jovens moças às margens do rio Tocantins e a surpreendente reviravolta que acontece em seu destino ao ser adquirido por um colecionador em Santa Catarina; o esforço de um menino para realizar seu grande sonho de participar da dança do pau de fita durante os festejos juninos da sua escola; em uma fábula, as peripécias dos personagens do folguedo do boi de mamão em visita a seus parentes do Norte e Nordeste do Brasil, o boi-bumbá e o bumba meu boi.

180 páginas – 1ª edição – 2012
Contos Gauchescos, publicado em 1912, deu voz a um dos personagens mais ricos e instigantes da literatura nacional, o campeiro Blau Nunes, narrador de todos os contos do livro e responsável por uma verdadeira revolução na linguagem literária, a qual esteve longe de ser percebida no tempo em que viveu. Pouco a pouco a literatura foi sendo devidamente valorizada, num processo que ainda está visivelmente a caminho. Esta edição, comemora o centenário de publicação da sua principal obra, contribui para a continuidade desse processo.

280 páginas – 1ª edição – 2012
Devotados à problemática Cidade e Patrimônio em seus múltiplos contextos e temporalidades, estes estudos têm o intuito de refletir sobre a cidade contemporânea.

272 páginas – edição especial – 2012
"Os textos revelam que Cascaes foi observador atento da cultura popular de sua gente. Ele soube tratá-la com criatividade e esmero, e produziu textos portadores de traços sociológicos, linguísticos e literários de grande interesse e capazes de cativar o leitor".
Oswaldo Antônio Furlan
Através de desenhos e "causos" recolhidos entre os descendentes de açorianos, o autor mostra parte das pesquisas que dedicadamente realizou ao longo dos anos.
Quase 50% do texto das 24 narrativas escritas por Franklin Cascaes entre 1946 e 1975 consta de diálogos entre falantes açoriano-catarinenses pouco ou nada escolarizados da Ilha de Santa Catarina e da faixa litorânea fronteiriça a ela, bem como de relatos feitos por esses falantes.

108 páginas – 1ª edição – 2011
O livro Barcelona: transformação urbanística (1979-1992) aborda os processos reivindicativos para a implementação dos bairros de Barcelona a partir da década de 1970 e o exame das ações de transformação local que gradativamente se ampliam em todo o território urbano. Isso vem contribuir para a indicação de Barcelona como sede dos Jogos Olímpicos de 1992, dando continuidade à sequência de transformação urbana, com intervenções de escala intermediária vinculadas a projetos de âmbito metropolitano.

260 páginas – 1ª edição – 2012
Este livro reúne ensaios de pesquisadores do Programa de Pós-graduação em Literatura da Universidade Federal de Santa Catarina e de alguns colegas de outras instituições, nacionais e internacionais, cujas reflexões em curso não cessam de redesenhar nossas paragens, conjuntas e semoventes.

256 páginas – 5ª edição – 2012
Livro elaborado com a preocupação de alertar o público em geral sobre os benefícios e riscos da utilização de medicamentos. Esses produtos fazem parte do dia-a-dia como decorrência dos desenvolvimentos científicos e tecnológicos recentes. Como tal, os medicamentos têm, além das potenciais ações materiais sobre o organismo humano, um forte componente simbólico, representando o poder da ciência e da tecnologia.

314 páginas – 2ª edição – 2013
ESGOTADO
Em Homo academicus Pierre Bourdieu reativa a função primordial da sociologia que é compreender o mundo social e não alimentar mitos políticos ou pôr-se a serviço de um poder qualquer, podendo ser lida como um “manifesto”, ou como um apelo à resistência dos intelectuais. O caráter polêmico e ousado desta obra – de uma leitura às vezes árdua – é reconhecido pelo autor ao explicitar as dificuldades que enfrenta todo aquele que se propõe a observar seu próprio microcosmo.
